sábado, 19 de outubro de 2013

CÍRIO DE NAZARÉ - BELÉM DO PARÁ


                             Histórico



Realizado em Belém do Pará há mais de dois séculos, o Círio de Nazaré é uma das maiores e mais belas procissões católicas do Brasil e do mundo. Reúne, anualmente, cerca de dois milhões de romeiros numa caminhada de fé pelas ruas da capital do Estado, num espetáculo grandioso em homenagem a Nossa Senhora de Nazaré, a mãe de Jesus.
No segundo domingo de outubro, a procissão sai da Catedral de Belém e segue até a Praça Santuário de Nazaré, onde a imagem da Virgem fica exposta para veneração dos fiéis durante 15 dias. O percurso é de 3,6 quilômetros e já chegou a ser percorrido em nove horas e quinze minutos, como ocorreu no ano de 2004, no mais longo Círio de toda a história.
Na procissão, a Berlinda que carrega a imagem da Virgem de Nazaré é seguida por romeiros de Belém, do interior do Estado, de várias regiões do país e até do exterior. Em todo o percurso, os fiéis fazem manifestações de fé, enfeitam ruas e casas em homenagem à Santa. Por sua grandiosidade, o Círio de Belém foi registrado, em setembro de 2004, pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), como Patrimônio Cultural de Natureza Imaterial.
Além da procissão de domingo, o Círio agrega várias outras manifestações de devoção, como a trasladação, a romaria fluvial e diversas outras peregrinações e romarias que ocorrem na quadra Nazarena.
O domingo do Círio começa com a celebração de uma missa em frente à Catedral metropolitana de Belém, a Sé, às 5h30. Ao término da missa, às 6h30, é iniciada a procissão que percorre as ruas de Belém até a Praça Santuário de Nazaré, em um percurso de 3,6 quilômetros. Em 2004, o trajeto foi cumprido em 9 horas e 15 minutos, sendo registrado como o Círio mais longo de toda a história.
A cada ano, o Círio de Nazaré atrai um número maior de romeiros, reunindo, além dos fiéis de Belém e do interior do Estado, devotos de várias regiões do país e até mesmo visitantes estrangeiros. Durante todo o trajeto feito pela imagem de Nossa Senhora, os devotos fazem diversas manifestações de fé, além de enfeitar as ruas e casas em homenagem à Santa.
Por sua grandiosidade, o Círio de Belém foi registrado, em setembro de 2004, pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), como patrimônio cultural de natureza imaterial. Mérito conquistado não só pela Imagem de Nossa Senhora de Nazaré, mas também pelo simbolismo da corda do Círio, que todos os anos é disputada pelos promesseiros que enchem as ruas de Belém de fé e emoção; dos carros de promessas, que carregam as graças atendidas pela Virgem; dos mantos de Nossa Senhora, que a deixam ainda mais linda; da Berlinda, que se destaca na multidão carregando a pequena Imagem tão adorada; e do hino “Vós sois o Lírio Mimoso”, canção que embala os milhares de corações que acompanham o Círio em uma só voz.
Após a grande procissão, a imagem da Virgem fica exposta no altar da Praça Santuário para visita dos fiéis durante 15 dias, período chamado de quadra nazarena.
Curiosidade:

 O termo “Círio” tem origem na palavra latina “cereus” (de cera), que significa vela grande de cera. Por ser a principal oferta dos fiéis nas procissões em Portugal, com o tempo passou a ser sinônimo da procissão de Nazaré aqui Belém e de muitas outras pelas cidades do interior do Pará.
História da devoção à N. S. de Nazaré

A devoção a Nossa Senhora de Nazaré teve início em Portugal. A imagem original da Virgem pertencia ao Mosteiro de Caulina, na Espanha, e teria saído da cidade de Nazaré, em Israel, no ano de 361, tendo sido esculpida por São José. Em decorrência de uma batalha, a imagem foi levada para Portugal, onde, por muito tempo, ficou escondida no Pico de São Bartolomeu. Só em 1119, a imagem foi encontrada. A notícia se espalhou e muita gente começou a venerar a Santa. Desde então, muitos milagres foram atribuídos a ela.
No Pará, foi o caboclo Plácido José de Souza quem encontrou, em 1700, às margens do igarapé Murutucú (onde hoje se encontra a Basílica Santuário), uma pequena imagem da Senhora de Nazaré. Após o achado, Plácido teria levado a imagem para a sua choupana e, no outro dia, ela não estaria mais lá. Correu ao local do encontro e lá estava a “Santinha”. O fato teria se repetido várias vezes até a imagem ser enviada ao Palácio do Governo. No local do achado, Plácido construiu uma pequena capela.
Em 1792, o Vaticano autorizou a realização de uma procissão em homenagem à Virgem de Nazaré, em Belém do Pará. Organizado pelo presidente da Província do Pará, capitão-mor Dom Francisco de Souza Coutinho, o primeiro Círio foi realizado no dia 8 de setembro de 1793. No início, não havia data fixa para o Círio, que poderia ocorrer nos meses de setembro, outubro ou novembro. Mas, a partir de 1901, por determinação do bispo Dom Francisco do Rêgo Maia, a procissão passou a ser realizada sempre no segundo domingo de outubro.
Tradicionalmente, a imagem é levada da Catedral de Belém à Basílica Santuário. Ao longo dos anos, houve adaptações. Uma delas ocorreu em 1853, quando, por conta de uma chuva torrencial, a procissão – que ocorria à tarde – passou a ser realizada pela manhã.
Virgem de Nazaré: Patrona do Pará

ASSEMBLEIA LEGISLATIVA – ASSESSORIA TÉCNICA
LEI N° 4.371, DE 15 DE DEZEMBRO DE 1971.
Proclama Nossa Senhora de Nazaré Patrona do Estado do Pará e dá outras providências.
A ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DO ESTADO DO PARÁ promulga e eu sanciono a seguinte Lei:
Art. 1° – Fica proclamada PATRONA DO ESTADO DO PARÁ NOSSA SENHORA DE NAZARÉ.
Parágrafo Único – O Governo do Estado do Pará prestará, anualmente, as honras de Estado à padroeira dos paraenses.
Art. 2° – A presente Lei poderá ser regulamentada pelo Governador do Estado.
Art. 3° – Esta Lei tem sua vigência a partir do dia 10 de outubro do corrente ano.
Palácio do Governo do Estado do Pará, 15 de dezembro de 1971.
FERNANDO JOSÉ DE LEÃO GUILHON
Governador do Estado
Georgenor de Souza Franco
Secretário de Estado de Governo
Círio: Fonte de Solidariedade
O Círio de Nossa Senhora de Nazaré é experiência de fé, mas é também fonte de solidariedade. Boa parte da arrecadação da Festa é investida nas Obras Sociais da Paróquia de Nazaré (Ospan), desenvolvidas nas sete comunidades que compõem a sua área territorial. Milhares de pessoas são beneficiadas anualmente em seus projetos de atendimento laboratorial, distribuição de sopa e creches infantis.A implantação do Serviço Social na Ospan se deu em 2002, na gestão do Padre Francisco Silva, na época pároco da Paróquia de Nazaré. O Padre solicitou, ao departamento de Serviço Social da Universidade da Amazônia (Unama), uma consultoria a respeito das necessidades da Paróquia de Nazaré. Hoje, com o serviço implantado, a responsabilidade do trabalho desenvolvido fica a cargo das técnicas Mônica Demachki (Coordenadora) e Hilda Muller (Assistente Social).
Os atendimentos médicos e odontológicos acontecem nas comunidades de São José e Santo Antônio Maria Zaccaria. Profissionais de saúde voluntários atendem mais de 3 mil pessoas por ano. A população carente recebe atendimento e orientações de higiene e saúde que fazem toda a diferença no seu dia-a-dia.
O pão é também repartido. Voluntários nas diversas comunidades preparam a sopa, que toda semana é fartamente distribuída aos que comparecem, o que ajuda a saciar a fome dos filhos de Nossa Senhora. As obras sociais têm vários projetos com a comunidade, entre eles, o programa inserção no mercado de trabalho, o programa adolescente trabalhador, o atendimento social e outros.
Cuidando também dos pequenos, as Obras atendem a mais de 500 crianças por meio das creches Sorena, Casulo (Santo Antônio Maria Zaccaria) e Cantinho São Rafael (Casa de Nazaré). Elas permanecem sob os cuidados de educadores das 7 às 17 horas, recebendo educação escolar básica, alimentação e muito carinho. São meninos e meninas entre dois e seis anos tendo a chance de crescer física, mental e espiritualmente, e participando ainda de atividades esportivas e culturais como danças e artes plásticas.
As Obras Sociais da Paróquia de Nazaré trabalham com valores que dignificam a vida do ser humano: ética, cidadania, universalidade, espírito de equipe, participação, respeito e confiança, espiritualidade, satisfação dos funcionários, humanização, qualidade de vida e compromisso institucional.

                           Símbolos


Imagem Autêntica -

 Chamada de imagem “autêntica” ou “imagem do achado”, a escultura de madeira encontrada pelo caboclo Plácido, no ano de 1700, tem 28 cm de altura, cabelos caídos sobre o ombro direito e carrega ao colo o Menino Jesus despido com um globo nas mãos. Aos pés da Virgem, há a cabeça alada de um anjo, que é o símbolo iconográfico da glória celestial. Na Basílica Santuário de Nossa Senhora de Nazaré, a imagem autêntica fica em redoma de cristal no altar-mor, o Glória , entre anjos, nuvens e um belo esplendor de raios. De lá, ela só é retirada uma vez ao ano, numa cerimônia conhecida como a “Descida da Imagem” ou “Descida do Glória”, que ocorre na véspera do Círio, às 13h. Após a descida do Glória, durante toda a quinzena da Festa, a imagem fica num nicho instalado no presbitério, portanto mais perto dos devotos. Desde que foi encontrada, a imagem autêntica já foi restaurada três vezes. Ela é coberta por um manto canônico, trabalhado com fios e enfeites de ouro.

                                                                   Imagem autêntica

Imagem Peregrina -

Imagem Peregrina -

A partir de 1969, por motivos de segurança, a imagem autêntica que era levada nas procissões do Círio foi substituída por outra, que é uma cópia alterada da imagem encontrada por Plácido. É chamada de “imagem peregrina” porque sai em todas as procissões e cerimônias oficiais da festa Nazarena . Durante o ano, ela fica na sacristia da Basílica Santuário. Esta imagem foi encomendada ao escultor italiano Giacomo Mussner, mas não reproduz os mesmos traços da imagem “autêntica”. A imagem peregrina ganhou alguns traços da mulher da Amazônia e o seu menino recebeu características indígenas e caboclas. Em 2002, sofreu o primeiro restauro por meio de uma técnica empregada pelo Iphan – Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional.
Manto - 

Segundo a lenda do achado da Imagem da Virgem de Nazaré, ela já estava com um manto no momento em que foi encontrada pelo caboclo Plácido. A tradição foi mantida e, ao longo dos anos, ela foi ganhando vários outros. Em 1953, a imagem autêntica recebeu um manto bordado a ouro e pedras preciosas, durante o 6º Congresso Eucarístico Nacional, realizado em Belém, ocasião em que recebeu a Coroa Pontifícia. A confecção dos primeiros mantos é atribuída à irmã Alexandra, da Congregação das Filhas de Sant’Ana, do Colégio Gentil Bittencourt. Ela confeccionava o manto e o promesseiro doava o material. Foi assim até sua morte, em 1973. Depois disso, quem assumiu a missão foi a ex-aluna e ajudante, Esther Paes França. Até 1992, ela já tinha feito 19 mantos. Daí em diante, vários católicos passaram a confeccionar o manto. Estilistas famosos também têm desenhado e confeccionado os mantos anualmente. Uma informação curiosa é que, até o ano de 1998, a doação do manto era guardada em sigilo e sempre fruto de promessas feitas a Nossa Senhora de Nazaré. Depois disso, estilistas famosos também passaram a confeccionar os mantos anualmente.


Berlinda -

 A berlinda que carrega a imagem da Virgem de Nazaré na procissão do Círio já é a quinta da história. Confeccionada em 1964 pelo escultor João Pinto, ela tem estilo barroco e é esculpida em cedro vermelho. Na parte interna possui cetim drapeado no teto e pingentes de cristal. Ao centro tem um dispositivo próprio para fixação da Imagem. Ornamentada com flores naturais na véspera do Círio, a Berlinda é colocada sobre um carro com pneus, que na procissão é puxado pela corda conduzida pelos devotos.
História da Berlinda – A berlinda começou a fazer parte do Círio a partir de 1855, em substituição a uma espécie de carruagem puxada por cavalos ou bois, chamada de palanquim. Neste mesmo ano, com a necessidade da Berlinda ser puxada pelos fiéis para vencer um atoleiro, os animais foram substituídos por uma corda, que foi emprestada às pressas por um comerciante e que, depois, foi incorporada à tradição do Círio. Mesmo com a introdução da berlinda, foi mantido o costume da imagem ser carregada no colo de autoridades da Igreja. Mas, em 1880, o Bispo Dom Macedo Costa mandou fazer uma berlinda que levasse a imagem sozinha. Em 1926, a berlinda foi transformada em andor e assim saiu até o Círio de 1930. No ano seguinte, ela voltou ao seu formato original, sendo puxada pelos fiéis através da corda.


Corda -

 A corda puxada pelos promesseiros é um dos maiores ícones da grande procissão do Círio e, também, da Trasladação. Hoje, ela tem 400 metros de comprimento, duas polegadas de diâmetro e é produzida em titan torcido de sisal oleado. Enfileirados, homens e mulheres puxam a corda que faz a berlinda com a imagem da Santa se movimentar. Anteriormente amarrada à berlinda, a partir de 1999 ela passou a ser atrelada através de uma argola metálica. O atrelamento ocorre no Boulervard Castilhos França, 400 metros depois do início da procissão. Como são os promesseiros da corda que dão ritmo à procissão, em alguns anos ela precisou ser desatrelada antes do término da romaria para que o Círio pudesse seguir mais rapidamente. Até 2003, o formato da corda era de “U”, ou seja, as duas extremidades da corda eram atreladas à berlinda. A partir de 2004, por motivos de segurança, ganhou formato linear, seccionada por peças de duralumínio, o que deu origem às chamadas estações da corda.  História da Corda – Durante a procissão de 1855, quando a berlinda ficou atolada por conta de uma grande chuva, a Diretoria da Festa teve a idéia de arranjar uma grande corda, emprestada às pressas de um comerciante, para que os fiéis puxassem a berlinda. A partir daí, os organizadores do Círio começaram a se prevenir, levando sempre uma corda durante a romaria. Mas só no ano de 1885, a corda foi oficializada no Círio, substituindo definitivamente os animais que puxavam a berlinda. No Círio de 1926, o arcebispo Dom Irineu Jofilly suprimiu a corda do Círio, já que “não compreendia o comportamento na corda, onde homens e mulheres se empurravam em atitudes nada devotas”. A proibição gerou várias manifestações populares e políticas, mas chegou a durar cinco anos. Só em 1931, com intervenção pessoal de Magalhães Barata, então governador do Estado, a corda voltou a fazer parte do Círio.




Carros -

 Além da berlinda, outros treze carros acompanham a procissão do Círio. Eles são um símbolo importante da devoção mariana, onde os romeiros depositam objetos de promessa que carregam durante a procissão. Um desses carros – o dos Milagres – se refere ao milagre que teria ocorrido no ano de 1182, quando o fidalgo português Dom Fuas Roupinho, prestes a despencar num abismo com seu cavalo, recorreu a Nossa Senhora de Nazaré. Há, também, o Carro do Caboclo Plácido, o Barco dos Escoteiros, a Barca Nova, Carro do Anjo Custódio, Barca com Velas, Carro do Anjo Protetor da Cidade, a Barca Portuguesa, o Carro dos Anjos I, Barca com Remos, Carro dos Anjos, o Carro da Santíssima Trindade e o Cesto das Promessas.


             Manifestações Culturais


O Círio de Nazaré não é só um momento de fé para o povo paraense. A festa também é marcada por várias manifestações culturais.
Miriti
Uma das mais tradicionais é o comércio dos brinquedos de miriti. Produzidos com o caule da palmeira do miriti, eles são pequenas obras de arte que reproduzem, em miniatura, a fauna, a flora e elementos da cultura amazônica. Vendidos nas ruas durante a quadra Nazarena, eles encantam crianças e adultos há várias gerações. Esses brinquedos regionais são leves e de fácil manuseio. O miriti facilita o corte e a pintura e o resultado são pequenos barcos, pássaros, cobras, bichos de vários formatos e tamanhos, confeccionados especialmente pelos artesãos de Abaetetuba (PA).



Arraial
O Arraial de Nazaré é uma tradição que ocorre desde o primeiro Círio, em 1793. Trata-se de uma área destinada ao parque de diversões, às lanchonetes e aos restaurantes. Por 188 anos, quando ainda não existia a Praça Santuário, ele acontecia em frente à Basílica. Depois, passou a ser realizado num terreno ao lado da igreja. No primeiro arraial, foi realizada uma grande feira agrícola. Com o tempo, começaram a surgir barraquinhas, que eram usadas para venda de comidas típicas e ofereciam espaços para a realização de jogos e sorteios.





                              Galeria











                            Peregrinações




Quando a imagem de Nossa Senhora de Nazaré atravessa as ruas levada pela devoção do povo paraense, emociona milhões. O mar de fiéis mostra a dimensão da fé na Virgem. Mas, esta não é a única vez que a multidão segue a Padroeira da Amazônia. Semanas antes do Círio, o povo atravessa os prédios, as vilas e os bairros entoando cânticos e orações pelo caminho. São as peregrinações – encontros de preparação espiritual para o Círio – que acontecem desde 1972. Ao todo são 15 encontros em que imagens de Nossa Senhora de Nazaré vão, de casa em casa, abrindo a contagem regressiva para a Festa.
Manhã de formação

Voluntários, chamados de dirigentes de peregrinação, de todos os cantos da cidade reúnem e orientam os devotos. Esses mensageiros da fé recebem a benção e a orientação do Arcebispo de Belém, dos Padres barnabitas e da Diretoria da Festa de Nazaré, durante a Manhã de Formação. O evento ajuda os voluntários a conhecer o livro de peregrinações e aprender passo a passo os fundamentos dos 15 encontros que formam o ciclo. Durante toda a manhã, eles se preparam espiritualmente para a jornada que antecede a romaria de Nossa Senhora de Nazaré e oram para mais um ano cheio de devoção e bênçãos.

Missa do Mandato

O Círio é movido pela devoção. Contribuindo com essa veneração, existem voluntários que levam a mensagem de amor e fé em Nossa Senhora de Nazaré aos lares paraenses. Esses mensageiros são conhecidos como dirigentes de peregrinação e têm a tarefa de cumprir a missão dada por Jesus: “Ide e evangelizai”. O lema marca o início das comemorações da quadra nazarena que se dá oficialmente na Missa do Mandato. A celebração reúne a comunidade católica para receber as bênçãos da Rainha da Amazônia e, então, começar os trabalhos de evangelização e peregrinação. A Missa é solene, celebrada pelo Arcebispo de Belém, e acontece desde 1986. Simbolicamente, é feita a entrega de uma imagem a uma família, representante de uma das comunidades previamente escolhida. É a fé fortalecida que vai transformar centenas de dirigentes em milhões de fiéis.
Livro das Peregrinações
Como unir milhares de orações sob a mesma fé? Como orar juntos a Nossa Senhora de Nazaré em lugares diferentes, num só coro? Para responder a tais questões, nasceu o Livro de Peregrinações, um guia que inspira e aproxima os fiéis durante as romarias pelos lares paraenses, que acontecem nos meses de agosto e setembro, em preparação para o Círio. Todos os que recebem a imagem da Virgem de Nazaré e os que a entregam (dirigentes), os que acompanham as procissões caseiras e participam de cânticos e orações, juntam-se numa só voz, um só clamor à Padroeira da Amazônia através desse pequeno livro que carrega consigo a devoção do povo paraense. O livro foi introduzido como mais um elemento da Festa, em 1994.

         Pontos Turísticos do Círio


       Pontos Turísticos de Belém


     O estado do Pará é uma das 27 unidades federativas do Brasil. É o segundo maior estado do país com uma extensão de 1.248.042,515 km², pouco maior que Angola, dividido em 144 municípios, está situado no centro da região norte. O estado é o mais populoso da região norte, contando com uma população de 7.321.493 habitantes.Em seu vasto território, o turista pode encontrar de tudo: praias de mar, praias de rio, grandes áreas alagáveis, cachoeiras, florestas nativas, rochas esculpidas pelo tempo e o vento, riquíssimas flora e fauna, igarapés de águas frias e transparentes.
Além das dádivas da natureza, o turista encontra cidades históricas, a começar por Belém, capital do estado, que reúne em sua região metropolitana cerca de 2,1 milhões habitantes, sendo a maior população metropolitana da região Norte. A cidade possui muitos pontos para visitação, como museus, teatro centenário, igrejas antigas, bibliotecas e novas estruturas super modernas.
Passear por Belém, cidade das mangueiras, é viajar no tempo e descobrir um Brasil amazônico. Nas primeiras ruas da cidade, construções portuguesas dos séculos 17 e 18, completamente restauradas e revitalizadas, abrem suas portas para a celebração de estilos arquitetônicos como o neoclássico do italiano Antonio Landi e convidam o turista para noites de requinte musical e gastronômico. No centro da cidade, todo o charme da Belle Époque do ciclo da borracha é cultivado em prédios como o Theatro da Paz e o Palacete Bolonha.
Quem acompanha os passos e o traçado do povo de Belém consegue sentir a força dos povos da Amazônia. Fruto da mistura de raças e ritmos, o Carimbó é uma dança marcada com um pau oco escavado que serve como tambor – uma invenção indígena; que vibra com atabaques e quadris africanos; e encena alguns movimentos, palmas e estalares de dedos portugueses. Outra atração da cultura regional são as cerâmicas marajoara e tapajônica.
Belém hoje garante estrutura e logística para eventos, com modernos auditórios e centro de convenções. Por meio da bem distribuída rede de hotéis, agências de serviços e restaurantes da cidade.
Fontes: Governo do Estado do Pará e Prefeitura de Belém



Além do Círio de Nazaré, Belém tem diversas atrações turísticas, para todos os gostos. Confira: 

Um pedaço de toda a riqueza amazônica em plena cidade, um oásis para os que valorizam a natureza.
                                         MANGAL DAS GARÇAS

Estação das Docas
Complexo turístico e cultural que congrega gastronomia, cultura, moda e eventos nos 500 metros de orla fluvial.

                                     Estação das Docas

Mercado do Ver-o-peso
O Ver-o-peso é a maior feira livre da América Latina.

                          Ver o Peso -

Complexo Feliz Lusitânia
O Complexo Turístico Feliz Lusitânia está localizado na região mais antiga de Belém e abriga o Forte do Presépio, a praça Dom Frei Caetano Brandão, a Casa das 11 Janelas, a Igreja de Santo Alexandre (Museu de Arte Sacra) e a Catedral Metropolitana de Belém.


Praça da República
Um dos pontos mais lindos da cidade, com exuberantes mangueiras e o Teatro da Paz, um dos teatros mais antigos e bonitos do País.


Museu Paraense Emílio Goeldi

Desde a sua fundação, em 1866, suas atividades concentram-se no estudo científico dos sistemas naturais e socioculturais da Amazônia, bem como na divulgação de conhecimentos e acervos relacionados à região.


 Complexo Turístico Ver-o-rio
Numa área de cinco mil metros quadrados de frente para a baía do Guajará, o projeto alia contemplação à natureza com a praticidade na utilização do espaço urbano.




Fonte: diarioonline.com.br

OUTRA CURIOSIDADE MUITO MARCANTE NESTA FESTA, ATUALMENTE, SÃO REALIZADAS O QUE CHAMAM DE VARANDA DE NAZARÉ, ONDE APÓS TODO O CORTEJO, AS FAMÍLIAS SE REUNEM PARA APRECIAR OS PRATOS TÍPICOS PARAENSES, NAS VARANDAS DAS CASAS.....PRATOS COMO: PATO NO TUCUPÍ, TACACÁ...E TANTOS OUTROS .....
VALE MUITO A PENA VISITAR ESTE PEDAÇO DO NOSSO BRASIL
SEJAM MUITO BEM-VINDOS!!!!!!.......
FAÇAM TODOS...UMA BOA VIAGEM !!!!!!!.....

terça-feira, 17 de setembro de 2013

                                                                             PENEDO E SEUS ENCANTOS...


    A Colônia Finlandesa de Penedo



Penedo é um distrito e Parque Municipal Ecológico de Itatiaia, estado do Rio de Janeiro. Foi colonizado por imigrantes finlandeses no início do século e hoje tem como principal atividade econômica o turismo. Tem como atrações principais trilhas, picos, cachoeiras e a Casa Oficial de Papai Noel no hemisfério Sul.
A única Colônia Finlandesa do Brasil está no bairro de Penedo. Um grupo de imigrantes finlandeses chegou aqui em 1929, com seus costumes e tradições, implantando aqui a primeira sauna neste país tropical. Penedo oferece uma grande diversidade gastronômica, que aliada aos atrativos naturais e culturais, conquistam cada vez mais turistas em busca de paz e tranqüilidade.

              Historia de Penedo


A Região do Médio Paraíba do Sul
Originalmente ocupada pelos índios Puris, começou a ser ocupada pelo homem
branco em meados do século XVIII, que buscava o ouro. Em 1744 a atual Resende -
conhecida pelos índios como Timburibá – foi ocupada e em seguida batizada Campo
Alegre da Paraíba Nova.
  • 1801 é instalada a Vila de Resende;
  • 1810 toda a região já se encontra coberta de cafezais;
  • 1830 ocorre a emancipação de Barra Mansa;
  • 1848 Resende é elevada de Vila a Cidade;
  • 1872 chega a Estrada de Ferro;

  
                                                       FAZENDA PENEDO


                                                        VISTA DA FAZENDA PENEDO



Uma Breve História de Penedo – Por Talitha Praça (“Nariz da Índia” -
Maio-Junho/98).
A imigração finlandesa em Penedo, então distrito de Resende, diferencia-se
bascamente das demais que vêm para o Brasil. Não buscam aqui esses nórdicos
riquezas materiais, nem ‘fazer’ o Brasil, como era comum aos povos ibéricos; não
deixam sua terra por perseguições políticas, nem fogem de neuroses raciais ou
religiosas. São, na época, pessoas de posição definida na Finlândia: técnicos
agrícolas, técnicos em desenho de arquitetura, construtores, ginastas,
lavradores, massagistas, professores e outros. Vivem uma vida sem maiores
dificuldades materiais, entre amigos e a família. São de raízes
protestante-luteranas.Alegres, em grupos, se reúnem e cantam suas canções natais
e hinos religiosos. Sensíveis, tocam instrumentos musicais, piano, violino,
órgão, ‘kantele’(espécie de cítara). Tocam e cantam.
Lidera essa imigração um visionário – poeta – agrícola, estudioso do solo, das
plantas, da natureza, pessoa altamente mística, de uma fé como a certeza das
coisas que se esperam e a convicção dos fatos que não se vêem’. Esse homem é Toivo Uuskallio. Sente-se ele encaminhado pelo
espírito a outras terras, do Sul, onde se poderia viver mais próximo da natureza
e em grupos trabalhar. Líder carismático, ele traça como caminhada a busca de
simpatizantes à sua causa de imigração e nisso conta com o apoio do pastor
luterano Pennanem. Reuniões, debates, apresentação de propostas, e parte um
pequeno grupo de cinco finlandeses, chegando ao Rio de Janeiro em 1927. Com ele
vem sua esposa Liisa , personalidade
firme, que se tornará esteio na colônia, e mais Frans Fagerlund, Enok Nyberg e
Eino Kajander.
Maravilham-se com as belezas naturais do Rio, acomodam-se em uma pensão alemã à
rua do Riachuelo, matriculam-se na escola Berlitz para aprender português em
curso intensivo. Já com um vocabulário básico mínimo, viajam de trem para Barra
Mansa, onde, por indicação do gerente da pensão, vão todos trabalhar na Fazenda
Três Poços, propriedade do Mosteiro de São Bento. Barra Mansa é apenas a tomada
de conhecimento com a terra, mas o objetivo central é a busca de local próprio
para compra, estabelecimento da comunidade e colocação em prática de seus
ideais.
Em 1929, após passarem por Itatiaia e visitarem fazendas em São Paulo, EspíritoSanto e Rio de Janeiro, agradam-se da Fazenda Penedo, também de propriedade do
Mosteiro de São Bento. Perto da Cidade, com 3.500 hectares, sendo 2.000 de
floresta, água pura, cortada por ribeirões, várias altitudes, propiciando
cultura de plantas tropicais e européias, sede própria construída, podendo
abrigar os que chegassem, esse era o local.
Compra-se a Fazenda Penedo. O pastor Pennanem incentiva na Finlândia a vinda de
mais adeptos. Os jornais relatam e chega em 1929 já um segundo grupo. Mais tarde desembarcam mais finlandeses, recebidos no cais com cânticos e rosas. Outros
ainda chegam mais tarde, com a colônia já fixada. Os beneditinos haviam
explorado a terra com cafeicultura, exploração de lenha e carvão e, com a queda
do café, o gado. Daí os morros se tornaram pastos e não havia em torno vestígio
da mata atlântica. (…)
O solo na planície estava exaurido, e as saúvas exterminaram tudo. E havia os
mosquitos, as enchentes tropicais inesperadas. Necessário se faz refazer o solo
e persistir. Contra tudo lutam os finlandeses até encontrarem produtos possíveis
de se plantar na terra trabalhada: o milho, a batata doce, hortaliças,
bananeiras e até flores. Toivo Suni, já na colônia, constrói em 1930, a primeira
casa como modelo às demais. Suni irá se destacar mais tarde como grande artista
plástico, após a chegada, em 1948, do pintor tcheco Ian Zach, que se estabelece
na colônia ao se demitir do cargo de adido cultural de seu país.

                                                              TOIVO SUNI

Em 1935 quase todos já têm suas casas próprias, por eles mesmos construídas.
Antes hospedavam-se em comunidade na Casa Grande, com refeitório e cozinha
comuns. Revezavam-se as mulheres na cozinha, na lavanderia, no passar as roupas,
na horta. Aos homens cabia cuidar da terra, do plantio das construções, das
compras necessárias em Resende. São, nessa época, inicialmente, vegetarianos.
Abrem em Resende, na rua Albino de Almeida, uma casa comercial onde vendem seus
produtos de 1932 a 1934.
Lutas, dificuldades e muitos dos que chegaram, não encontrando o paraíso
esperado, retornam ou se dirigem a outros estados ou países. Há sérios problemas
com pagamentos de dívidas. O pastor Pennanen conclamava na Finlândia ajuda à
colonização e à imigração. Os ideais vegetarianos puros não encontram mais
condições de continuidade. Voltam à criação de aves, de suínos, exportam
bananas, vendem enxertos de laranjeiras, de limoeiros, descobrem a possibilidade
de trabalhar a bucha.
Surge o primeiro turismo com a Casa Grande, sob a supervisão de Liisa Uuskallio . Pessoas interessadas na alimentação sadia, na experimentação da sauna como relaxante procuram o Penedo,
sua paz, sua natureza, suas águas claras, seus pães caseiros, suas reuniões no
clube. Outros finlandeses preparam suas casas como pensões, os Bertell, os
Reiman, D.Hilja Hannonen, e o turismo vai aos poucos crescendo.
O clube finlandês, inaugurado em 1943, por muitos anos administrado com
dedicação por Aksel Lehtola, vem a ser, com a sauna, a atração dos que passam
por Penedo, levando o som das polcas, mazurcas e iancas. Duas massagistas
finlandesas deixam também o Rio e abrem a Chácara das Duas. Brasileiros começam
a trabalhar com o turismo em Penedo e abrem seus primeiros hotéis: o Xodó da
Elita e o Hotel Daniela.
Eva Suni inicia a coleta de materiais e funda o Museu da Eva com objetos
artesanais e a história da Finlândia. Em 1970 chega a iluminação elétrica e em
1980 o telefone. Há então o auge da hotelaria, do conforto, e da economia local.
No setor das artes desde logo se destaca a tapeçaria artística de Eila Ampula,
onde os motivos da terra, do homem e da natureza são transpostos ao tear com
alto poder de criação, de técnica, de sensibilidade.
Essa colônia, hoje com poucos finlandeses, cria nessa região um estilo especial
de vida, um interesse brasileiro pelas coisas da Finlândia, melhora a mão de
obra local, inicia artesãos no tear, espalha a sauna em todo o Brasil, toca o
paladar do povo com seus chutneys, geléias e ‘pullas’, difunde o gosto pelas
danças finlandeses antigas.(…)

      O Que Fazer em Penedo



NATUREZA: Para os amantes da natureza, recomendamos as cachoeiras;
Trilha Pico do Penedinho (20 min. de caminhada, aprox.); Vista Panorâmica
Visita à Capelinha; Alambique Centenário

GASTRONOMIA: Penedo é o maior  parque gastronômico entre o Rio de janeiro e São Paulo, com grandes variedades de restaurantes...
Existe desde a comida Kilo ao restaurante para gourmets; passando por churrascarias, restaurantes especilaizados em Trutas, o KOSKENKOVA (Comida Finlandesa, Comida japonesa, etc....
Além disso, você encontra os tradicionais sorvetes artesanais, chocolates famosos da região, doces e compotas e os rodizios de fondues.

CULTURA: Clube Finlandes com bailes aos sábados à noite

Outras Opções: Artesanatos, Cavalgadas, Passeios de Quadriciclos....




      Hospedagem



Penedo oferece aos seus visitantes e turistas, uma gama de opções de hospedagem com um bom número de Pousadas confortáveis com preços acessíveis e Hoteis para todos os turistas.



Como Chegar


De Carro

O acesso a Penedo é feito pela Rodovia Presidente Dutra (BR-116), mais conhecida como Via Dutra.
Por essa rodovia federal, você pega a saída do km 311 (no estado do RJ) que dá acesso à Rodovia Dr. Rubens Tramujas Mader (RJ-163), onde você encontrará as duas entradas de Penedo: a primeira, logo a aproximadamente 500m da Dutra, ao lado do Shopping Penedo, que entra na cidade pelo bairro Jardim Martinelli; e a segunda entrada (que é a principal), pelo Portal de Penedo, 3km após deixar a Dutra.


Saindo do Rio de Janeiro

Se você está vindo do Rio de Janeiro, pegue a Av. Brasil e depois a Via Dutra em direção a São Paulo. Você percorrerá aproximadamente 170km até a estrada de acesso para Penedo (RJ-163).
A Via Dutra é bem sinalizada e segue em linha reta até o ponto de saída para Penedo.
Pedágio
  • Na Dutra sentido SP, você passa por um pedágio (R$ 7,50), com cabine para o sistema Sem Parar/Via Fácil.

Saindo de São Paulo

Saindo de São Paulo, você pode pegar diretamente a Via Dutra (BR-116) ou a Rodovia Ayrton Senna/Carvalho Pinto (SP-70) para entrar na Dutra mais ao norte. Em ambos os casos, o acesso é feito pelo extremo leste da Marginal do Tietê: a entrada da Ayrton Senna é continuação da Marginal, e o acesso para a Dutra está aproximadamente 5km antes, com placas indicativas.
Seguindo pela Dutra, você percorre por volta de 250km até o acesso à RJ-163.
No caso da Ayrton Senna, são aproximadamente 120km até o acesso à Dutra (existe uma outra interligação bem no início, antes da rodovia mudar de nome para Carvalho Pinto; prefira o acesso do km 130); em seguida, são 117km na Dutra até a fronteira com o RJ, e mais 23km até a saída para Penedo (RJ-163), totalizando 260km até a RJ-163. O caminho pela SP-70 é 10km maior que o da Dutra, mas o tráfego é geralmente mais rápido (ver abaixo).
Em ambos os caminhos, o tempo de viagem é de aproximadamente 3 horas, em condições normais de visibilidade e trânsito livre.

Pedágio

  • Indo pela A. Senna: dois pedágios na SP-70 (R$ 4,40 e 7,80) mais dois na Dutra (R$ 7,50 cada). Total: R$ 27,20 em cada sentido.
  • Indo pela Dutra: dois pedágios até o trevo com a SP-70 (R$ 3,30 e 3,60) e mais dois após (R$ 7,50 cada). Total: R$ 21,90 em cada sentido.
  • Os pedágios são cobrados na ida e na volta. Todos têm cabine para o sistema Sem Parar/Via Fácil.

Postos de Gasolina

Na Dutra, você encontrará vários ao longo do caminho; porém, na SP-70 eles só existem próximos a SP, portanto fique atento ao nível de combustível antes de trafegar por esta rodovia!
  • Indo no sentido Dutra, o último posto está por volta do km 30;
  • Voltando no sentido SP, o primeiro é só próximo ao km 37.

Outras informações

A Via Dutra tem boa manutenção e o limite de velocidade varia entre 100 e 110km/h. A cada 1km há um telefone de SOS que pode ser utilizado em caso de pane no veículo, para conseguir auxílio da empresa concessionária Nova Dutra; seu carro será rebocado sem custo adicional ou será consertado no local caso isso seja possível.
No caso da Ayrton Senna/Carvalho Pinto a rodagem é feita em ótimas pistas (em muitos trechos são 3 faixas) e com limite de velocidade de 120km/h na maior parte do caminho, permitindo andar mais rápido que na Dutra. Outro benefício é que não há, como na Dutra, tráfego pesado de caminhões. Também há telefones de SOS a cada 1km ou você pode ligar para o telefone de auxílio ao usuário da rodovia pelo 0800-555510.

De Ônibus


Do Rio de Janeiro há linhas das viações Cidade do Aço e Sampaio que saem regularmente da Rodoviária Novo Rio.
De São Paulo a viagem é feita pela Viação Resendense a partir da Rodoviária Tietê.

QUERIDOS AMIGOS EIS AQUÍ MAIS UM ROTEIRO DE VIAGEM PARA QUEM CURTE A NATUREZA.....

RECOMENDO, POIS JÁ ESTIVE EM PENEDO E VALE MUITO A PENA DAR UMA FOLGA PARA A ROTINA DO DIA A DIA E "FUGIR" PARA UM PEDACINHO DO CÉU...

UMA ÓTIMA VIAGEM À TODOS!!!!!