quarta-feira, 4 de setembro de 2013

           AVENIDA PAULISTA E SEUS  

             CONTRASTES DO INÍCIO À    

                         ATUALIDADE....



A história da Avenida Paulista, desde a sua inauguração, em 1891, até os dias atuais. Saiba como a Paulista se transformou em uma das maiores avenidas do Brasil.



Nas últimas décadas do século XIX, foram instaladas as primeiras indústrias paulistas. O dinheiro movimentado pelo café financiou máquinas e importou mão-de-obra. Nesse período, a cidade de São Paulo iniciou seu processo de modernização e foi o principal centro industrial do país, atraindo os grandes senhores do café. Estes construíram suas casas no centro de São Paulo, mas a cidade foi crescendo, e os fazendeiros queriam um canto onde pudessem se refugiar e construir suas mansões em paz, sem todo o caos do centro da cidade. Assim, foi construída a Avenida Paulista, um projeto parecido com as grandes avenidas européias.

A Avenida Paulista foi projetada pelo engenheiro uruguaio Joaquim Eugenio de Lima, que, juntamente com mais dois sócios, adquiriu parte da Chácara do Capão, incluindo a área do Morro do Caaguaçú. Essa área foi loteada, e a Paulista foi construída no alto do espigão.

Para a época, ela era algo nunca visto: muito larga, com três vias separadas por magnólias e plátanos e com imensos lotes de cada lado. Foi a primeira via pública asfaltada e arborizada de São Paulo.

Período de 1891-1937



                               AVENIDA PAULISTA NO INÍCIO DO SÉCULO PASSADO

A primeira fase da Avenida Paulista foi de 1891 (sua inauguração) até 1937. Aos poucos, ela se transformou no centro de animação da cidade. Os ricos senhores do café, os grandes comerciantes e os chefes das indústrias construíram elegantes mansões nos lotes da avenida. Lá, aconteceram corridas de charrete, de cabriolés e dos primeiros automóveis e os grandes carnavais dos anos 20 e 30. No final da década de 1920, seu nome foi alterado para Avenida Carlos de Campos, em homenagem ao ex-governador do estado de São Paulo, mas o povo não gostou, então o nome dela voltou a ser Avenida Paulista.


Período de 1938-1975

Durante anos, a Avenida Paulista foi somente residencial — era proibida a construção de prédios. Em 1952, uma nova lei permitiu a construção de edifícios hospitalares e educacionais, órgãos de imprensa e televisão, além de cinemas e teatros. Essa nova lei foi promulgada pelo prefeito Armando de Arruda Pereira. Depois, a permissão foi estendida a estabelecimentos comerciais, escritórios, etc. Outra lei aprovou o plano de alargamento da Avenida Paulista. Dez metros de cada lado da avenida foram demolidos, então os prédios tiveram de recuar obrigatoriamente. A Paulista passou a ter 48 metros de largura. Seus casarões começaram a ser substituídos por edifícios. A Avenida Paulista ganhou uma nova personalidade: surgiram conjuntos comerciais e de serviços, galerias e lojas de departamentos; foram construídos o Museu de Arte de São Paulo (Masp) e o Complexo Viário. Dessa forma, a Paulista transformou-se em um centro comercial, residencial, cultural e de lazer.

Período de 1976-1985

Em 1985, todas as mansões da Paulista estavam para ser tombadas pelo seu valor histórico, mas, alguns dias antes da lei do tombamento ser assinada, os donos das mansões destruíram-nas para poder vender seus terrenos, que valiam muito dinheiro. Se eles deixassem que as casas fossem tombadas, não poderiam vender nem fazer nada com seus casarões. Uma das poucas mansões que restaram que não foi demolida foi a Casa das Rosas.

                                                      CASA DAS ROSAS DÉCADA DE 30


HOJE ABRIGA O MUSEU CASA DAS ROSAS - CENTRO DE TRADIÇÕES PAULISTAS






                                                                CASARÕES DEMOLIDOS


Período de 1986 aos dias atuais.....

A Paulista continua sendo muito importante para as atenções políticas, econômicas e culturais da cidade, por onde circulam mais de 1 milhão de pessoas e mais de 100 mil veículos por dia. Cinemas, museus, centros culturais, bancos, empresas nacionais e internacionais, edifícios de alta tecnologia e as sofisticadas estações metroviárias mostram uma avenida de primeiro mundo.









                                    CONTRASTE DO ANTIGO COM O MODERNO





     SOLAR DA MARQUESA DE SANTOS

EM VISITA À CIDADE DE SÃO PAULO, NÃO SE PODE DEIXAR DE VISITAR O SOLAR QUE CONTA COM UM GRANDE ACERVO E MOSTRAS CULTURAIS DO QUE FOI UMA GRANDE HISTÓRIA DO SÉCULO XVIII.













Partindo do Páteo do Colégio, os primeiros povoadores passaram a ocupar os terrenos vizinhos, construindo suas moradias e formando as primeiras ruas da cidade. Na Rua do Carmo, hoje Roberto Simonsen no 136-A (antigo nº 3), localiza-se o Solar da Marquesa de Santos, raro exemplar de residência urbana do século XVIII.
Não há dados precisos sobre a data de construção desse imóvel. Em 1802, foi dado como pagamento de dívidas ao Brigadeiro José Joaquim Pinto de Morais Leme, primeiro proprietário documentalmente comprovado. Contudo, documentos do século XVIII indicam a existência de quatro casas na Rua do Carmo entre 1739 e 1754. A junção de duas dessas casas de taipa de pilão teria originado o Solar, conforme registros fotográficos do século XIX, além de prospecções arqueológicas e análises arquitetônicas realizadas pelo Departamento do Patrimônio Histórico (DPH).
A Marquesa de Santos, Domitila de Castro Canto e Melo, foi a proprietária entre 1834 e 1867, adquirindo o imóvel da herdeira do Brigadeiro Leme. A partir de então, tornaram-se famosas as festas ali realizadas, e o imóvel passou a ser conhecido como Palacete do Carmo, uma das residências mais aristocráticas de São Paulo. Com sua morte, a propriedade da casa passou para seu filho, o Comendador Felício Pinto de Mendonça e Castro.No ano de 1880, é colocada em hasta pública e arrematada pela Mitra Diocesana, que aí instalou o Palácio Episcopal, introduzindo modificações no local, como a construção de uma capela e de uma cripta sob o altar-mor. É desse momento, provavelmente, a inclusão de características neoclássicas em sua fachada principal.
Em 1909, o imóvel foi adquirido pela The São Paulo Gaz Company, que nele instalou o seu escritório. Para adaptar-se ao novo uso, a casa passou por diversas modificações e ampliações: foram demolidas paredes de taipa de pilão e janelas e portas, transformadas em vitrines. Para melhorar a iluminação e a ventilação, foi aberto um pátio na lateral direita do lote, alterando o desenho do telhado.Na década de 1930 foram construídos anexos à edificação original, aumentando sua área útil e alterando por completo a fachada posterior do imóvel.Em 1967, a Companhia Paulista de Gás (sucessora da The São Paulo Gaz Company) foi desapropriada e todos os seus imóveis passaram à Prefeitura. Em 1975, já incorporado ao patrimônio municipal, o Solar foi sede da Secretaria Municipal de Cultura e alguns de seus departamentos, como o DPH, criado nesse ano.
Os diferentes usos e adaptações sucessivas levaram à descaracterização do imóvel, exigindo sua recuperação, que teve início em 1991. As pesquisas, que embasaram o projeto e as obras de restauração, revelaram não ser possível reconstituir qualquer estágio de construção dentre os vários pelos quais passou o Solar. Deste modo, o restauro realizado, conforme normas internacionais para intervenções em bens histórico-arquitetônicos, procurou preservar e destacar elementos de suas várias etapas construtivas: a conservação dos amplos ambientes do andar térreo, resultantes das diversas demolições, a preservação no pátio interno de vestígios remanescentes da calçada do século XVIII e a demolição de intervenções da década de 1960.
O pavimento superior conserva até hoje paredes de taipa de pilão e pau-a-pique do século XVIII e mantém as características ambientais das intervenções do século XIX, como forros apainelados, pinturas murais e artísticas e pisos assoalhados, entre outras. Trechos de diversas paredes foram deixados aparentes, com o intuito de informar sobre as antigas e as novas técnicas construtivas encontradas no Solar, como a taipa de pilão, o pau-a-pique, a taipa francesa e a alvenaria de tijolos. Quanto ao tratamento dado à fachada, optou-se por conservar sua feição neoclássica, já incorporada à paisagem do centro.
O Solar da Marquesa de Santos, abriga atividades museológicas e a sede do Museu da Cidade de São Paulo.

SOLAR DA MARQUESA DE SANTOS
SEDE DO MUSEU DA CIDADE DE SÃO PAULO

Rua Roberto Simonsen, 136 - Centro - São Paulo-SP
Metrô Sé
Fone para contato: 11 3105-6118
Visitação Monitorada de Terça-Feira à Domingo, das 9 às 17 hs
Entrada Franca

UMA FIGURA ENIGMÁTICA E UMA DAS PERSONAGENS MAIS IMPORTANTES DA HISTÓRIA DO BRASIL....

   DOMITILA DE CASTRO CANTO E MELO

                A MARQUESA DE SANTOS



Domitila de Castro Canto e Melo nasceu em São Paulo no dia 27 de dezembro de 1797, filha de Escolástica Bonifácia de Toledo Ribas e do português João de Castro Canto e Melo, que ocupava a função de ajudante militar, na ocasião de seu nascimento.
Aos 16 anos de idade, casou-se com o alferes mineiro Felício Pinto Coelho de Mendonça (1798-1833), oficial pertencente ao Corpo dos Dragões de Vila Rica, cidade para a qual mudaram-se após o casamento e onde nasceram seus dois filhos. Em 1819, após ser agredida pelo marido, voltou para a casa dos pais grávida de João, falecido poucos meses depois.
Em agosto de 1822 conheceu D. Pedro (1798-1834) e, em seguida, foi viver na Corte. Em virtude desse romance, foi agraciada com títulos de nobreza: Baronesa, em 1824; Viscondessa, em 1825 e Marquesa de Santos, em 1826. Bem como seu pai com o título de visconde em 1827 e seus irmãos se tornaram gentis-homens da Imperial Câmara.
Teve cinco filhos com D. Pedro I, dos quais apenas duas filhas sobreviveram, no entanto, ambas ilegítimas e reconhecidas pelo pai posteriormente. Uma delas, Isabel Maria, agraciada com o título de Duquesa de Goiás e tratamento de Alteza, nasceu em 1824, ano do divórcio do primeiro casamento de sua mãe. Nessa época, a obtenção do divórcio somente era possível se houvesse a alegação de agressão por parte do marido e se, a abertura do processo, fosse encabeçada por um homem. Nesse caso, Domitila contou com o apoio de D. Pedro.

A outra filha, Maria Isabel II, apenas reconhecida por D. Pedro I em seu testamento, nasceu em São Paulo em 1830. Desde 1829 Domitila havia se fixado novamente em São Paulo. Trazia consigo a quantia de 300 contos de réis em apólices, além da garantia de um conto de réis mensal.
Em 1834 adquiriu o Solar por onze contos e quatrocentos mil réis, o qual passou por reforma durante dois anos. Nessa época, conforme consta em seu testamento, fez um contrato de segundas núpcias com o Brigadeiro Rafael Tobias de Aguiar (1794-1857) “não pelo costume e leis do Império, mas por pacto exclusivo de comunhão de bens”. O contrato de dote, contrato pré-nupcial, podia ser acertado entre cônjuges abastados com a intenção de proteger os bens de cada um dentro do sistema de comunhão de bens. Somente legitimou o casamento na igreja no ano de 1842, em Sorocaba.
Com o segundo marido teve mais seis filhos, dos quais dois faleceram.Faleceu em 3 de novembro de 1867 e foi sepultada no Cemitério da Consolação onde ela doou parte do terreno.

O divórcio do primeiro marido, o relacionamento com D. Pedro, a posse de um elevado título de nobreza e de grande fortuna, e, depois, o casamento com um homem da elite paulista foram fatos que fizeram Domitila figura importante na sociedade paulistana. Dessa forma, na segunda metade do século XIX, a historiografia tradicional aliada ao ideal romântico a interpretaram como uma mulher sedutora e avarenta que, na velhice, dedicou-se às obras de benemerência, protegendo os pobres, cuidando dos doentes e dos estudantes necessitados da Faculdade do Largo de São Francisco.

Estudos sobre o comportamento feminino realizado, nas últimas décadas tem levantado novas problemáticas que apontam que as mulheres não eram tão submissas, o que não significa negar a existência da opressão masculina na época. Existiam mulheres reclusas e também aquelas que lutavam  diariamente pelo sustento familiar e pela manutenção dos bens e posição social da família. Portanto, sob esse aspecto, o perfil de Domitila talvez se insira mais nas práticas cotidianas do que no imaginário moralista do comportamento feminino de sua época.


terça-feira, 3 de setembro de 2013

                        REFLEXÃO

        UM TEXTO PARA SE PENSAR.....

 HOJE PELA MANHÃ, CONVERSANDO COM UM AMIGUXO QUERIDO....GILSON DA Vambora Viagens E Turismo , FALÁVAMOS SOBRE COINCIDÊNCIAS E EU NÃO ACREDITO NELAS, MAS SIM, NAS PROVIDÊNCIAS DIVINAS.....ENFIM, PAPO BOMMMM.....COMO FIQUEI ALGUMAS HORAS COMO OUTROS TANTOS, SEM SINAL DA ABENÇOADA NET, MEXE E REMEXE NOS ACHADOS E PERDIDOS (TODO MUNDO TEM AQUELA GAVETINHA DE COISINHAS PERDIDAS E DEPOIS ACHADAS....RSRSR), ENCONTREI UM TEXTO QUE TEM TUDO COM O QUE CONVERSÁVAMOS E RESOLVI ENTÃO, COMPARTILHAR COM VOCÊS.....


....VIVER UMA VERDADEIRA EXPERIÊNCIA AMOROSA, É UM DOS MAIORES PRAZERES DA VIDA.....GOSTAR É SIMPLESMENTE SENTIR COM A ALMA, MAS EXPRESSAR OS SENTIMENTOS , DEPENDE DAS IDÉIAS DE CADA UM E DA NOSSA ALMA ENAMORADA.....
CONDICIONAMOS O AMOR ÀS NOSSAS NECESSIDADES E AUTOMATICAMENTE ACABAMOS COM ELE, JUNTAMENTE COM O NOSSO EGOÍSMO SENTIMENTAL.
VIVEMOS UMA VIDA TENTANDO FAZER COM QUE OS "OUTROS" SE RESPONSABILIZEM PELAS NOSSAS NECESSIDADES, ENQUANTO NÓS NOS ABANDONAMOS IRRESPONSAVELMENTE.....QUEREMOS SER AMADOS E NÃO NOS AMAMOS, QUEREMOS SER COMPREENDIDOS E NÃO NOS COMPREENDEMOS, QUEREMOS O APOIO DOS "OUTROS" E DAMOS INCONSCIENTEMENTE O APOIO QUE SERIA PARA NÓS MESMOS, À OUTRAS PESSOAS.....
QUANDO NOS ABANDONAMOS, QUEREMOS IMEDIATAMENTE ENCONTRAR ALGUÉM QUE VENHA PREENCHER E SUBSTITUIR O VAZIO EM QUE NÓS MESMOS NOS COLOCAMOS. A INSATISFAÇÃO, O VAZIO INTERIOR, SE TRANSFORMAM NA BUSCA CONTÍNUA E INCESSANTE DE NOVOS RELACIONAMENTOS AMOROSOS OU NÃO, CUJOS RESULTADOS FRUSTRANTES SEMPRE SE REPETIRÃO......
CADA UM É O ÚNICO RESPONSÁVEL PELAS SUAS PRÓPRIAS NECESSIDADES E BUSCAS.
ENFIM....SÓ QUEM AMA E COM TODA A VERDADE DA PRÓPRIA ALMA, É QUE PODE ENCONTRAR EM SUA VIDA......UM AMOR VERDADEIRO !!!!

(Autor Desconhecido)

terça-feira, 20 de agosto de 2013

                          

                      TREZE TILIAS - SC


Quando eu era criança e visitava a casa dos meus bisavós, não entendia muito bem o que eles falavam, mas na minha doce inocência de menina e com a cabeça cheia de sonhos, acabava imaginando contos de fadas, onde o príncipe falava uma lingua diferente da minha, só para conquistar a donzela amada, a então...." Princesa do Castelo". Fui descobrir, anos depois, que os meus amados bisavós maternos eram de origem Austríaca e imigraram para o Brasil, estabelecendo-se no interior do Estado de São Paulo. Infelizmente os dados se perderam no tempo, mas eu gostaria de compartilhar com vocês o meu desejo de conhecer um pouco mais dessa cultura fascinante. Treze Trilhas no Estado de Santa Catarina, nos permite viajar entre essas maravilhas......Bora lá pessoal !!!!.....


                                         COMEÇO DE TUDO

                       FAMÍLIA AUSTRÍACA - IMIGRANTES DA DÉCADA DE 30

                                                     RECÉM CHEGADOS

                                       COMEÇANDO A CONSTRUÇÃO DA CIDADE

                                               ANTIGO GRUPO FOLCLÓRICO

                                                         BANDA DA CIDADE





Treze Tílias História e Fundação




Treze Tílias foi fundada em 13 de outubro de 1933, quando o então Ministro da Agricultura da Áustria, Andreas Thaler, trouxe para a região o primeiro grupo de imigrantes austríacos. Decidido a fazer um programa de colonização para contornar a grave crise econômica que antecedeu a Segunda Guerra Mundial, encontrou aqui as terras apropriadas e fundou a “Colônia Austríaca Dreizehnlinden”. Vários grupos, na maioria originários do Estado do Tirol, na Áustria, juntaram-se a estes pioneiros nos anos seguintes, formando na nova terra, uma próspera comunidade. O nome Dreizehnlinden, traduzido para o português “Treze Tílias”, foi escolhido pelo fundador , inspirado no poema “Die Dreizehnlinden”, de Wilhelm Weber. A Tília é uma árvore originária do hemisfério norte que, no entanto, foi aclamada e pode ser encontrada no município.
Treze Tílias é conhecida como “O Tirol Brasileiro” devido aos valores culturais e artísticos que foram trazidos pelos imigrantes austríacos e cultivados por seus descendentes. Com eles veio também a arte da escultura em madeira, que aqui se desenvolveu, formando um polo artístico no Brasil e exterior. O artesanato também é bastante expressivo e pode ser encontrado nas casas comerciais. Além de vários pontos de visitação, a cidade dispõe de uma ampla infra-estrutura hoteleira e gastronômica, onde o visitante pode encontrar conforto, bom atendimento, apresentações folclóricas e culturais. A arquitetura típica dos Alpes, o idioma, a gastronomia, a música, a cultura e o folclore fazem de Treze Tílias uma típica cidade austríaca em pleno território brasileiro.

Fundador



Andreas Thaler nasce em 10 de setembro de 1883, na cidade de Wildschönau – Tirol, Áustria. Filho de agricultores estudou em uma escola franciscana na cidade de Hall. Tinha o dom político natural de falar e organizar. Em 1919 foi eleito Prefeito da cidade de Wildschönau. Em 1924, após substituir o Ministro da Agricultura atual da época por óbito, foi eleito oficialmente em 1926 para o cargo de Ministro da Agricultura da Áustria.
Nos anos trinta, deixando uma Europa em dificuldades, Andreas Thaler decide imigrar para o sul do Brasil e funda a Colônia Dreizehnlinden. Faleceu de forma trágica em 1939.


Cultura




Nossa história diz tudo. Treze Tílias é uma cidade tipicamente austríaca, localizada no meio-oeste catarinense e que faz lembrar a Europa. Grande parte de sua população é formada por descendentes de imigrantes austríacos que preservam a cultura dos Alpes.
Folclore - As apresentações de dança, música e canto são as grandes atrações para todos que visitam Treze Tílias. Bandas, corais e números folclóricos de sapateado, com trajes originais e coreografias típicas se revezam nos diversos palcos da cidade. Os grupos se apresentam também em eventos no restante do Brasil e exterior.
Escultura - A tradição austríaca da escultura em madeira está presente nos ateliês que executam obras de todos os portes, conhecidas internacionalmente. Treze Tílias é considerada a “Capital Catarinense dos Escultores e Esculturas em madeira”.


Turismo


Treze Tílias é um pedacinho da Áustria em solo catarinense. Mais de 60% da população da cidade descendem dos imigrantes austríacos e o intercâmbio com a pátria-mãe é intenso. A cidade abriga o único consulado austríaco de Santa Catarina e o único do Brasil localizado numa cidade do interior. O Portal de entrada da cidade, em arquitetura austríaca, é famoso. A cidade é destaque pela arquitetura típica Alpina da Áustria e pelos fascinantes trabalhos em madeira produzidos por seus artistas, um dom herdado dos primeiros imigrantes. As obras espalham-se nos umbrais de portas, nas varandas e nos detalhes de decoração das casas. Destaque para as esculturas sacras, de todas as formas e tamanhos, pródigas em criatividade e beleza, que são conhecidas no mundo todo.
Quase todas as construções têm uma torre e um galo, símbolo da disposição do tirolês para o trabalho. A tradição artística está presente no dia-a-dia e nos principais eventos do município, em animadas festas populares e nos grupos folclóricos. Há vários grupos de dança folclórica tirolesa, com coreografias trazidas pelos imigrantes e mantidas através das gerações.
Os grupos apresentam-se por todo o Brasil e também no Exterior, sempre com muito sucesso. As danças e os trajes revelam as tradições do Tirol e de outros Estados austríacos. Os italianos e os alemães também contam com grupos folclóricos.
Treze Tílias possui vários parques, trilhas e lagos, sem esquecer da deliciosa culinária e do tradicional choppe.


Atrações





Corpo de Bombeiros Voluntário



No ano de 1995, Treze Tílias viu nascer mais uma nova entidade de extrema importância para o bem estar e segurança de toda a população, o Corpo de Bombeiros Voluntários de Treze Tílias. A iniciativa se deu através do Sr. Conrado Moser, que em viagem à Áustria conheceu o Sr. Erich Wegscheider (Comandante de um Corpo de Bombeiros Voluntários na região de Zillertal). Deste encontro surgiu uma grande amizade e a idéia de montar um sistema parecido em nosso município. Em abril de 1995, o Sr. Wegscheider, em visita ao Brasil, auxiliou na fundação e montagem de um grupo de Bombeiros Voluntários. E assim aconteceu, no dia 10 de abril daquele ano, houve a primeira reunião no Hotel Dreizehnlinden, com a participação de algumas lideranças comunitárias. Os trabalhos evoluíram rápido e hoje atende ao cargo de presidente o Sr. Sandro Eduardo Hartmann e o de comandante o Sr. Adelino Kühl. Fazendo parte da ABVESC – Associação dos Bombeiros Voluntários do Estado de Santa Catarina, a qual nos representa a nível estadual, obtemos respaldo e cursos de aperfeiçoamentos periódicos. O Corpo de Bombeiros Voluntários de treze Tílias conta recentemente com 22 membros que dedicam suas vidas a ajudar a dos próximos.











Consulado



A Áustria é uma República Democrática com características parlamentares, composta por nove estados federais.
Com uma população estimada em 8,3 milhões de habitantes, sua maior cidade é a capital Viena com uma população superior a 1,6 milhões.
O país, tem apresentado um alto padrão de vida em 2008 classificou-se na 14ª posição no mundo, no Índice de Desenvolvimento Humano.
A Áustria é membro das Nações Unidas desde 1955, aderiu a União Européia em 1995 e adotou a moeda européia o euro, em 1999.
O Consulado da Áustria para o Estado de Santa Catarina, foi instalado em outubro de 1988 em Treze Tílias, com a finalidade de prestar atendimento e intermediar o encaminhamento de processos para a aquisição de passaportes e outros serviços que requerem uma ação consular. Assumiu como Cônsul Honorário da Áustria o Senhor Ricardo Pichler Ritter Von Tennenberg, e em 1998 sua esposa Anna Lindner Von Pichler foi nomeada como titular.
O Consulado da Áustria em Treze Tílias tem contribuído positivamente para fortalecer cada vez mais a integração dos imigrantes austríacos e seus descendentes com a Áustria, estreitando os laços afetivos, econômicos e culturais. O consulado está aberto para o atendimento ao público de segunda-feira a sexta-feira das 13h30 às 17h.

Serviços


Orientações para cidadania austríaca
A cidadania austríaca pode ser adquirida por descendência, por casamento, concessão, extensão da concessão etc.
Por descendência
Filhos, netos, bisnetos etc., de austríacos, em todas as gerações mantendo-se a linha paterna e que não tenha o ascendente se naturalizado brasileiro antes do nascimento dos filhos. Do lado materno somente se nascidos após 25 de outubro de 1983 (Filhos de mãe solteira independem da data de nascimento).
Por casamento
A mulher somente terá direito à cidadania austríaca através do marido, se o casamento tenha sido oficializado até 30 de junho de 1966. Após esta data, cessa este direito.
Por concessão

Aplica-se sobretudo a estrangeiros que se radicaram na Áustria por mais de cinco anos e estão inteiramente integrados no país.

Documentação exigida do ascendente que irá originar a cidadania Em original com tradução para o alemão:

    • Comprovante de Nacionalidade [Heimatschein / Heimatrolle / Staatsbürgerschaftsnachweis (expedido após 1939)
    • Registro de Nascimento. Caso o ascendente tenha nascido quando ainda não existiam os registros civis, apresentar a Certidão de Batismo emitida pela autoridade religiosa.
    • Certidão de Casamento atualizada
    • Carteira de Identidade de Estrangeiro (não precisa traduzir, somente cópia autenticada
    • Certidão Negativa de Naturalização
      • Certidão de Óbito original (caso for falecido)
      • Currículo das Atividades Profissionais desenvolvidas na vida com respectivas provas (ex. apresentar carteira de trabalho / contratos de serviços / pagamento de impostos / contribuição sindical etc.)
      • Do Ascendente austríaco para o requerente da cidadania (de geração à geração) Em original com tradução para o ale

        Certidão de Nascimento atualizadamão
        • Certidão de Casamento atualizada (se casado)
        • Carteira de Identidade (não precisa traduzir, somente uma cópia autenticada)
        • Certidão de Óbito (caso for falecido)
        • Currículo das Atividades Profissionais desenvolvidas na vida com respectivas provas (ex. apresentar carteira de trabalho / contratos de serviços / pagamento de impostos / contribuição sindical etc.)
        • Para homens: Certificado de Alistamento Militar (cópia autenticada); 
          Para pedido de passaporte: o requerente deve anexar 3 fotos 3,5 cm X 4,5 cm colorida com fundo branco (não datada)
          Obsevações Importantes:
          • Todos os documentos serão enviados para o Ministério das Relações Exteriores para legalização e posterior autenticação pelo Consulado da Áustria. O custo é de € 40,-- por documento.
          • Anexar ao processo um comprovante de residência do requerente.
          • A cidade onde o ascendente nasceu, ainda hoje deverá pertencer à Áustria, caso contrário, perde o direito à cidadania austríaca.
          • Do ascendente do requerente é exigida a apresentação do STBN (Staatsbürgerschaftsnachweis = Comprovante de Cidadania Austríaca)
          • A Certidão de Naturalização ou Certidão Negativa de Naturalização deve ser solicitada, se necessário, diretamente ao: 

          • Contatos





          • Correio eletrônico: consuladoaustriatrezetilias@yahoo.com.br 
            Telefone/fax: (49) 3537-0101 
            Endereço: Rua Leoberto Leal, 160 - Cx. Postal 33 - 89650-000 Treze Tílias / SC 
            Cônsul Honorária da Áustria: Anna Lindner von Pichler 
            Secretária: Maria Ana Unterberger Serighelli







        A

        sábado, 17 de agosto de 2013


        VOCÊ TEM MEDO DE AVIÃO?!....PENSAR EM VOAR PARA QUALQUER DESTINO TE DÁ PÂNICO?!....


        SELECIONEI PARA VOCÊS SEIS HISTÓRIAS DE PESSOAS QUE ASSIM COMO EU......ISSO MESMO, EU BEATRIZ TAMBÉM JÁ PASSEI POR ESSE PROBLEMA , ENFRENTEI E ENCONTREI SOLUÇÃO, PORTANTO SE ESSE É TAMBÉM UM DE SEUS DESCONFORTOS...ANIME-SE, VOCÊ NÃO É O ÚNICO E TUDO TEM SOLUÇÃO....VAMOS LÁ?!......



        O medo de voar em seis histórias


        Uma foi de Brasília a Buenos Aires de ônibus, outro se dopava com Rivotril quando tinha um voo a trabalho; leia o que algumas pessoas já passaram por causa do pânico.


        "Procurei todos os tratamentos, da cabala à regressão" (Paola Furini, 40, advogada)

        Nem sei mais quanto eu já perdi de dinheiro por causa desse medo maldito.
        Ele começou quando eu tinha 12 anos. Estava voltando dos EUA, e o avião despressurizou. Aos 19, viajei com um namorado. Mas, quando você é jovem e está apaixonada, enfrenta qualquer coisa, né?
        Entrei outras poucas vezes em um avião e sempre com algum remédio tranquilizante.
        No ano passado, estava em Porto Alegre, com a passagem de volta para São Paulo comprada, e mudei de ideia.
        Aluguei um carro por quase R$ 2.000 e fiquei 13 horas dirigindo. Louca, né? Sozinha, em uma estrada que não conhecia, cheia de caminhões... Bem mais perigoso que voltar de avião.
        Procurei todos os tratamentos. Regressão, cabala, umbanda, igreja evangélica... Tudo, mas nada adianta, o medo não passa.


        "'Matava' minha mãe para fugir de reunião fora"

        No meu antigo emprego, eu "matava" mãe, pai, tio, tia... Valia qualquer coisa para fugir de um compromisso fora da cidade.
        Quando não tinha como escapar, tomava remédio. Eram 67 gotas de Rivotril (um ansiolítico). Ficava completamente dopado.
        Há anos, vou ao psicólogo. Hoje (27 de abril, após voar com o grupo de Elvira Gross), voei. É um novo começo na minha vida.
        O entrevistado não quis se identificar


        "Levei 2 dias para chegar a Buenos Aires de ônibus" (Evaine Cabral, 47, professora)

        Já passei muito sufoco por causa do medo. Nas férias de 2009, fui de Brasília a Buenos Aires de ônibus.
        Paguei quase R$ 1.000 e levei mais de dois dias para chegar. Minhas irmãs foram de avião, em menos de sete horas, por R$ 250.
        O medo atrapalha demais. Comecei a senti-lo há nove anos. Estava dentro de um avião, na primeira fileira de assentos, e a comissária não conseguia fechar a porta.
        Ficou batendo com força. Aquilo me assustou e, na hora, pensei: "Vou ser a primeira a ser jogada para fora".
        Desde então, voei só uma vez, para nunca mais. Até fazer o curso [oferecido pela psicóloga Elvira Gross].
        Minha irmã ficou sabendo das aulas e me falou. Vim com ela de Brasília a São Paulo de ônibus. Fiz o curso intensivo, em três dias, e estou voando hoje (dia 27 de abril, data da entrevista).
        Agora, que consegui, ninguém me segura!



        A professora Evaine Cabral posa na frente de turbina de avião, durante visita a aeronave promovida pelo curso Medo de Avião

        "Paguei R$ 25 mil, cheguei na fila do check-in e desisti"


        Em 2000, estava indo para Lisboa, e uma pessoa fumou no banheiro do avião. Houve um princípio de incêndio, e o avião se preparou para pousar no mar. Não preciso dizer que entrei em desespero.
        Depois desse episódio, viajei de avião mais duas vezes, mas, para falar a verdade, foi horrível. Só ficava pensando que teria que voltar de avião.
        A gota d'água para eu procurar ajuda foi em março. Fechei uma viagem com a minha filha adolescente para a Alemanha. Fomos até Cumbica, cheguei a ficar na fila do check-in, mas desisti.
        Íamos ficar 15 dias lá, já estava tudo pago, R$ 25 mil. Voltei para casa e fiquei quatro dias chorando, me sentindo impotente. Como o medo podia impedir que eu viajasse com a minha filha?

        É uma sensação horrível.

        A entrevistada não quis se identificar


        "Em avião pequeno, não entro nem se estiver amarrada" (Flávia Carbonari, 32, consultora)


        Não é que eu ficava contando tragédia, mas, no ano passado, época mais forte do meu pânico, eu lia tudo o que saía sobre acidente aéreo.
        Sempre viajei muito, mas, há dois anos, num voo turbulento de São Paulo para o Paraguai, eu "paniquei".

        Como voar é importante para mim, fui procurar uma saída. Fiz terapia. Conversei com um piloto da Embraer. Falo sempre com as aeromoças. Já agarrei muito a mão de estranhos, não tem jeito.
        Nunca tomei remédio porque sabia que ia continuar a viajar e o medo não ia parar.
        Trabalho que é uma beleza quando estou no avião. Faço tudo para não pensar que estou voando. Mas fico apavorada. Meu marido morre de rir quando vê meus ataques.

        Nunca perdi uma oportunidade por causa do medo, mas não me mandem viajar em avião pequeno porque eu não vou. Nem amarrada.


        "Mesmo com medo, quando é preciso, voo até de teco-teco (Moacyr Lopes Jr., 44, repórter-fotográfico da Folha)


        Voar para mim já foi pior. Mas ainda sinto tensão e ansiedade horas antes do embarque ou até dias antes.
        Quando o tempo está fechado, então, é um horror. Dá vontade de não embarcar.
        Mas, fazer o quê? Ainda não existe o teletransporte, que é o sonho de nós, ansiosos, que temos medo de sofrer com turbulências, falta de informação, arremetidas e problemas técnicos que somatizam nossos dramas. Sofremos por antecedência.
        Apesar do medo, meu currículo como passageiro é longo. Já fui a mais de dez países. Sobrevoei a selva amazônica em monomotor procurando a pista em meio a queimadas.

        Mas, para mim, voar vai ser sempre uma necessidade.

        Ainda mais agora que os espaços entre as poltronas estão menores, as refeições, pequenas, os aeroportos, cheios e desorganizados e os funcionários das companhias, estressados, gritando.
        Antes, podíamos visitar a cabine dos pilotos, o que dava um pouco mais de segurança. Agora, nem vemos os rostos deles.

        Há alguns anos, quase desenvolvi uma crise de pânico na véspera de uma longa viagem. A ajuda veio com um psiquiatra, que me deu um ansiolítico. Santo remédio.


        Saiba como vencer o medo de avião

        LUISA ALCANTARA E SILVA
        DE SÃO PAULO


        Suor. Calafrios. Nervosismo. Pânico. Quem tem medo de voar sabe que passa por tudo isso quando tem de enfrentar uma viagem de avião.

        Um livro recém-lançado nos Estados Unidos tenta ajudar essas pessoas, reconhecidas como fóbicas. Sim, o medo de voar é uma doença.
        Autora da obra "Safe Journey" (viagem segura), a americana Julia Cameron começou a ter medo há dois anos, quando se mudou de Nova York para Santa Fé. "Passei a ter que viajar com frequência e o que era normal [voar] virou algo apavorante", diz ela.
        Com a obra -que não tem previsão de lançamento no Brasil, mas pode ser comprada na versão e-book-, Julia achou que pudesse vencer o medo. Um de seus conselhos? "Pegue uma caneta e escreva uma oração em um papel."

        Mas um dos primeiros passos para enfrentar o medo, segundo psicólogos que trabalham com fóbicos, é entender que não é algo racional. Dados comprovam: o avião é mais seguro que o carro.

        Em 2012, segundo a Infraero, 172.536.852 pessoas voaram no Brasil. E não houve nem um acidente com voo comercial de passageiros. Já quando se trata de carros, só na capital paulista, 1.231 pessoas morreram no mesmo período, de acordo com a CET.

        "O passageiro deve focar na realidade", diz a psicóloga Rosana Dorio Bohrer, fundadora do Instituto Condor, que oferece tratamento para fóbicos.


        Outra dica que ela dá é se distrair-se...leve livros, filmes ou músicas.

        "Quando houver uma turbulência, pense: 'É só uma turbulência'", diz Marcelo Victorino, comandante da Gol.







                    TUDO TEM SOLUÇÃO




        Após aula, fóbicos enfrentam ponte aérea



        LUISA ALCANTARA E SILVA
        ENVIADA ESPECIAL AO RIO


        No mês passado, um grupo de 30 pessoas concluiu o curso Medo de Avião, ministrado pela psicóloga Elvira Gross, em São Paulo.


        As aulas eram apoiadas em bate-papos em grupo. Na última etapa, uma conversa com um comandante da Gol, uma visita a um avião estacionado, uma aula em um simulador de voo.
        Depois, a "prova" final: um bate e volta entre a capital paulista e o Rio de Janeiro. Das 30 pessoas que pagaram R$ 3.800 pelas aulas mais o bilhete aéreo, cinco não apareceram na viagem.
        O voo era às 10h10. Os 25 que persistiram chegaram por volta de 8h a Congonhas "para ir se acostumando", de acordo com Elvira.
        "A ideia é que eles vejam que as outras pessoas não estão com medo, que é hora de pensar em outra coisa."

        Passageiros participam de curso especial para perder o medo de voar de avião;



        A técnica dava resultado. Na fila do check-in, ninguém parecia estar nervoso. "Ah, ainda não estamos lá em cima, né?", disse a jornalista Aline Trevisan, 29, que nunca havia voado.
        Em direção ao portão de embarque, o grupo abordou figuras famosas, como Amyr Klink e Neguinho da Beija-Flor. Enfim, distraíam-se antes do voo, acompanhado pela reportagem da Folha.
        Era a hora de entrar no avião. "Aí o nervoso começa", contou Aline. Sentaram-se depois de cumprimentar os comissários. Uns continuaram a conversar. O assunto? O medo, sempre o medo. Outros preferiram se concentrar.


        Quando o avião começou a decolar, mãos se apertaram. Ao menos, três pessoas do grupo choravam, e a maioria fechou os olhos.

        Todos, porém, seguiram a dica da professora: contaram os segundos e respiraram com calma. E contaram em voz alta, como se fosse a contagem regressiva para a virada do ano.

        Os passageiros ao lado estranhavam, até que o comandante anunciou pelo alto-falante que levava um "grupo especial". Eram eles, as pessoas com medo de voar.

        Um dos passageiros comentou com a mulher: "Não sabia que tinha gente assim".

        "Conseguimos! Não acredito! Vamos para Paris hoje?", gritou, já no alto, a professora Evaine Cabral, 47.

        Os cerca de 45 minutos de voo transcorreram tranquilamente. O pior da experiência já tinha passado -para grande parte deles, o maior medo era a decolagem.





                                COLEGAS FICAM DE MÃOS DADAS DURANTE O VÔO



        Olha a pista chegando



        O nervosismo reacendeu na hora de pousar. A vista para o Rio ajudava -não para todos, só para quem tinha coragem de olhar pela janela.
        Para a alegria do grupo, o avião finalmente parou. Todos os passageiros bateram palmas.

        "Foi tenso, mas consegui", disse a comerciante Rosana Peres Ferreira, 50. "Agora vou fazer pequenos voos para ir em outubro com meu filho para a Disney."

        Ela nunca viajou de avião com seu filho de oito anos. "Nem para o Beach Park, em Fortaleza, eu fui", contou. Num canto do aeroporto Santos Dumont, a nutricionista Tatiana Moreira Bueno ligou para a casa.
        "Filho, a mamãe conseguiu. Agora a gente pode ir para a Disney", disse. O medo dela de voar começou justamente quando o filho nasceu, 13 anos antes.


        Medo foi maior

        "Não consegui." Richard Khouri, 40, comerciante, foi um dos que não apareceram para o voo. "Fiquei em pânico na aula em que entramos em um avião parado", lembra.

        "Não conseguiria ficar nele lá no alto." Richard não foi nem ao simulador, que, segundo os que participaram, ajudou a enfrentar o medo.

        "Paguei R$ 4.200 pelo tratamento e não me arrependo", diz. "Ficaria arrependido se não tivesse tentado." Agora, ele vai "dar um tempo para a cabeça".



        FONTE DE PESQUISA - FOLHAUOLTURISMO


        LEMBRE-SE SEMPRE QUE TUDO TEM SOLUÇÃO, BASTA ENFRENTAR O PROBLEMA DE FRENTE, PROCURAR AJUDA E TUDO SE RESOLVERÁ...ACREDITE ...BOA SORTE E BOA VIAGEM!!!!!.....